Olá massacrenteiros!

É com muita honra que venho receber vocês aqui e inaugurar a sequência de posts do MassaCrente!

Let’s to start.

Não é raro algumas pessoas associarem o nome de Jesus ao fanatismo ou a falta de senso crítico e racional. O curioso é que você pode até falar em Deus e tudo mais, mas usou o nome de Jesus numa frase…hmm…narizes se torcem e é quase certo que haverá uma rejeição. Parte desse reação se deve ao fato de que, infelizmente, há muitos crentes que usam indevidamente nome de Jesus e dão muito mais valor às experiências religiosas, ou a que uma religião pode oferecer, do que ao conhecimento de Bíblia e de quem foi Jesus.

Muitas vezes os que creem em Jesus também são taxados de radicais. Isso eu tenho que admitir, que somos radicais mesmo, não no sentido de ser extremista, mas de ir à raiz das questões que envolvem a existência humana. Afinal, o que estamos fazendo aqui? Qual o nosso propósito? Será que somos resultado de uma explosão que aconteceu há bilhões de anos? Penso que é pouco provável que tenha sido assim. Por falar nisso, há um exemplozinho que eu gosto bastante de usar acerca dessa teoria, o qual diz o seguinte: a probabilidade de nós seres humanos sermos resultado de uma explosão, é a mesma probabilidades de um dicionário ter surgido da explosão de uma gráfica. Bem, pelo pouco que escrevi até aqui, você conseguiu perceber como é incoerente associar a fé à falta de senso crítico ou à falta de racionalidade. Eu sou uma pessoa que tem fé, que conhece o Deus no qual crê e depositou sua confiança, que crê que no Evangelho de Cristo (que não é religião), só que isso nunca me impediu de pensar. Muito pelo contrário: hoje eu penso muito mais do que antes da minha conversão. Razão e fé não são opostas, afinal, Deus nos fez seres inteligentes, mas pelo jeito que as coisas estão nesse mundo, isso me leva a pensar em como temos usado tão pouco nossa inteligência, ou melhor, temos usado de forma pouco produtiva quando se trata de valores e princípios. Evoluímos muito tecnologicamente, mas moralmente somos o mesmo saquinho de vermes de séculos atrás.

Agora pensando através de outra perspectiva, podemos até dizer que a visão e fé são colocadas em oposição uma com a outra, isso é verdade – aí vale lembrar que crer no invisível não significa crer no inexistente – mas o que nunca podemos afirmar é que a fé e a razão são opostas entre si.

A verdade é que nossa sociedade está saturada de emocionalismo, da busca por sensações  e experiências, o que, por consequência, leva a uma sociedade que está presa ao subjetivismo, ou seja, do “depende do ponto de vista”. Assim, boa parte das pessoas não para pra pensar: onde estou depositando minha fé?

Mas..e o que é fé?! Bem, isso é assunto para outro post. Enquanto isso, você pode ir matutando em tudo isso que escrevi.

Um abraço, e fiquem na Paz de Cristo.

@edukokinho

Categorias: Reflexões

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