Olá queridões e queridonas!

Estamos de volta com mais um texto. Tive que fazer das tripas cérebro pra publicar dois textos numa semana, pois o nosso outro querido editor (@GustavoWoerner: popular “mãozinha”) está com a sua “mãozinha” machucada. Não dá nada, antes de casar sara.

Muito bem, primeiro aquela enroladinha básica enquanto as ideias não fluem. Tática de escritor preguiçoso que fica enchendo linguiça para conseguir chegar ao número mínimo de linhas da redação…ehheheh. É que quando começo a escrever eu tenho o tema, mas nunca sei direito o que vai sair. Escreve aqui, deleta ali, copia aqui, cola lá, pensa, pensa, pensa, pensa…. e…pensa mais um pouco e…tchã-nan! Sai a obra-prima – se bem que nem tão prima assim. Bem, quem sabe eu ainda fique bom nisso. Agora, o que eu me nego a fazer é escrever mensagenzinhas bonitas, tipo aquelas apresentações de slides que a gente costuma receber por e-mail.

Let’s to start!

Tudo é relativo, nada é absoluto. É o que dizem algumas correntes filosóficas. Não há verdade absoluta, tudo depende do ponto de vista, da época, do local, da cultura, etc. Há também quem diga que todo ponto de vista é um ponto visto de outro lugar. Foi dado o nome a esta maneira de pensar de “relativismo”. O que me preocupa não é o relativismo, mas as pessoas que o adotam como filosofia de vida, pois já que não há verdade, então fica fácil dar desculpa pra tudo. Não vou aprofundar sobre esse pensamento, que é bastante amplo, até porque não tenho conhecimento pra isso, e também pouco me interessam esses tipos de filosofias que, fácil é perceber, não passam de labirintos sem saída.

O que eu desejo trazer a tona é um louco que declarou abertamente “EU SOU A VERDADE”. A verdade recebeu uma personificação, se materializou, tornou-se uma só, absoluta e entrou para a história. O fato interessante que me chama atenção é que houve – e ainda há – muitos loucos nesse mundo, mas, pelo que consta na história, ninguém jamais ousou dizer “EU SOU A VERDADE”. Um escândalo naquela época! E afirmar alguma verdade absoluta nesse mundo hoje em dia?! Loucura!? Devemos nos atentar ao fato de há uma grande diferença entre declarar e ser alguma coisa. Ao observar a pessoa que fez tal declaração, suas palavras e suas ações, eu só posso chegar a duas conclusões: ou essa pessoa era louca, de fato; ou era realmente quem dizia ser. Bem, tenho elementos suficientes para crer que essa pessoa de quem falo, a saber, Jesus, era de fato A VERDADE, exatamente como afirmou ser. Só a título de exemplo, fazendo uma breve e rasa comparação entre as varias religiões no mercado espiritual dos nossos tempos atuais, não é difícil chegar a mesma conclusão que cheguei.

Veja que muitos líderes religiosos apontam um caminho de sacrifício, mas só Jesus se entregou como sacrifício. Muitas religiões pregam bons conselhos de conduta ética e moral, mas foi Jesus quem conseguiu cumprir todos os mandamentos com excelência. Muitas religiões pregam um deus distante, que precisa ser apaziguado, mas só o Deus verdadeiro foi macho o suficiente e se fez humano por meio de Jesus, para se colocar no mesmo nível em que estamos e ainda dizer: “eu não vim para ser servido, mas para servir, e para dar minha vida em resgate de muitos” (Mateus 20.28). Loucura! O que (ou quem) somos nós para que Deus se “rebaixe” tanto?

Talvez os menos dados à reflexão possam estar pensando que eu estou querendo dizer que a minha religião é melhor do que a dos outros. Não é de religião que estou falando, Evangelho de Cristo não é religião, é o poder deDeus para salvação de todo aquele que crê. Por isso não defendo religião, porque quem morreu por mim não foi nenhuma delas, mas sim Jesus, que pagou o preço pelos meus erros. Também não defendo Deus, no que toca a sua existência, porque Ele é bem grandinho para se defender sozinho e, além disso, há muito mais evidências que por si só afirmam sua existência do que evidências que possam afirmar o contrário. Então, o que defendo? Dentre outras coisas, defendo o amor desinteresseiro que não visa absolutamente nada em troca e que não é fingido, defendo a autenticidade de caráter, defendo a  misericórdia e a bondade, defendo a justiça segundo os princípios de Deus, pois a justiça humana é como um trapo velho. Obviamente o que defendo é bem mais amplo do que isso, mas esses são apenas exemplos de atitudes que só podem ser praticadas de forma perfeita através da fé e por meio de Jesus.

Certo, você pode pensar: “bem, essa é a sua verdade, esse é o seu ponto de vista”. Voltamos à estaca zero, tudo certo, nada resolvido. E a vida continua, estamos aí nesse mundão, cada um com seu relativismo, cada um com suas “verdades” (geralmente as que são mais convenientes). E você?  Qual é a sua “verdade”? Se ela não for contundente, profunda e realmente transformadora igual a Jesus, então verdade não é.

Um abraço, e fiquem todos na Paz de Cristo.

@edukokinho

Categorias: Reflexões

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