A felicidade é encontrada nos dias de hoje em pessoas, lugares, situações, mercados e dentro de latinhas de cerveja. Pra alguns, isso é felicidade. Mas o que quero ressaltar não é aonde a felicidade pode ser encontrada, mas de que forma se pode usufruir dela. Muitas pessoas (e quando eu digo muitas, é porque são MUITAS mesmo) tem medo de ser feliz por causa dos outros, e isso é um problema grave! Acabam entrando numa “Liberdade Condicional” de sua felicidade.

Segundo a Wikipédia, a “Liberdade Condicional é o sistema em que um condenado, ao invés de cumprir toda a pena encarcerado, é posto em liberdade se houver preenchido determinadas condições impostas legalmente”. Isto é o que muitos passam hoje: são privados de sua felicidade. E os culpados? As pessoas do seu círculo familiar, de amizades e de irmãos na fé.

Vou explicar! Mas primeiro um esclarecimento:

Não vou cair aqui na obrigação de explicar que a felicidade não está na bebedeira, em romances de verão ou longe de Deus, mas vou mostrar como as pessoas esquecem de aproveitar alguns momentos importantes com receio do que outras pessoas vão pensar! Eu tenho alguns casos que, se não fosse a minha vontade de encontrar meus amigos, eu provavelmente não estaria onde estou hoje.

Por eu ser uma pessoa muito social, que gosta de brincar e principalmente ter amigos sempre por perto, sou de certa forma discriminado. Em retiros, quando a galera da igreja que eu participo não ia, eu pegava um ônibus e ia sozinho, simples. Mas o que acontecia: entre o pessoal da igreja que participo surgia comentários como “Só vai pra ver as meninas né?” e “Vai atirar pra tudo quanto é lado no retiro”, entre outros.

Sim, eu levo tudo isso na brincadeira, porque aprendi (e eles passaram a me conhecer) que não sou de ir pra retiros com esse objetivo. Mas existem pessoas que, quando tais comentários surgem, ficam com medo de fazer algumas coisas. A liberdade e a felicidade dessa pessoa acabam sendo condicionadas pelos comentários dos outros, sendo eles verdadeiros ou não.

As fofocas sempre existiram. As pessoas falando sobre o nariz alheio sempre irão existir. Ressalto que não estou aqui buscando falar daqueles que ficam só comentando a vida dos outros e não tem mais nada de útil para fazer, mas sim estou olhando do ponto de vista das pessoas que tem a vida é comentada.

Uma lição que aprendi por experiência própria: As pessoas são privadas de sua felicidade quando são alvos de questionamentos alheios. Eu me sentia mal quando os outros falavam de mim. Principalmente se era pelas costas. Hoje, se o comentário vem de amigos, levo na brincadeira; se vem de desconhecidos, não me importo.

Três dicas:

> Não condicione a sua vida ao que os outros acham, pensam ou falam. Você limita a sua felicidade desse jeito!

> É melhor que você seja assunto de boas conversas do que conhecido como aquele que ninguém nunca ouviu falar. Se as pessoas não param de falar de sua vida, que seja de coisas boas então!

> Não de pano pra manga. Se você sabe que seus atos estão certos, não ligue para as fofocas. Mas se você não tem um bom exemplo de vida e ainda tampa os ouvidos para as críticas construtivas, aí o assunto é outro!

O falar amável é árvore de vida, mas o falar enganoso esmaga o espíritoProvérbios 15:4

Fiquem na Paz!                    Gustavo Woerner

Categorias: Reflexões, Testemunhos

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